Tudo Sobre Alongamento de Fibra de Vidro

Oii, amores. Tudo bom?

Adivinha quem voltou a ter unhas compridas novamente? Isso mesmo, Euzinha! rsrs.

Como já viram pelo título, fiz alongamento de FIBRA DE VIDRO nas minhas unhas. Eu e a Bru acreditamos que um post sobre essa experiência seria babado!

Achei legal contar pra vocês a MINHA EXPERIÊNCIA com a fibra de vidro. Pois há um tempo eu não conseguia mais deixar minhas unhas crescerem, e eu comentava nos meus stories sobre essa minha vontade

Recebi muitas mensagens de meninas dizendo que fizeram e se arrependeram.

Foi ai que passei a pesquisar mais ainda sobre o assunto e, após muitas pesquisas no google e conversas com muitos profissionais da minha cidade, decidi fazer. E olha, foi a melhor decisão que tomei.

Como faço muitas fotos de unhas, precisava delas sempre bonitas. O problema é que nos últimos meses, elas cresciam um pouco e já quebravam.

Dentre alguns tipos de alongamentos, optei pela FIBRA DE VIDRO, pois foi a técnica que mais me agradou, exatamente por ser a mais natural.

Mas o que é alongamento com fibra de vidro?

São filamentos de fibra de vidro que são moldados sobre a unha natural (ao contrário das unhas de gel que são feitas com um molde), fixadas com gel e expostas em cabine de luz. São mais resistentes que as unhas em gel ou outro tipo de alongamento, e tem um resultado mais natural.

Se você cuidar direitinho, pode durar meses, respeitando o tempo de manutenção que, geralmente, é a cada 15 dias!

Após saber tudo sobre a tal fibra de vidro, escolhi a dedo a profissional que faria em mim, afinal, queria algo bem natural e que não prejudicasse minhas unhas naturais.

Bem na semana que eu faria fotos de swatches aqui pro Pausa, a unha do meu indicador quebrou na carne, justo a unha da mão que fotografo. Foi assim que adiantei minha ida para fazer o alongamento naquela mesma semana.

O processo exige bastante cuidado para sair tudo perfeito. Primeiro, a manicite lixou as unhas naturais, com todo o cuidado para conservá-las.

Depois, ela colocou a fibra de vidro. A manicure passou uma camada de gel para moldar a unha e foi modelando o formato para que ficasse o mais natural e semelhante com meu formato natural de unha.

Demorou cerca de quatro horas pra ficar pronto, mas minha manicure deixou minhas unhas PERFEITAS! O acabamento ficou fininho e bem natural, nem parece que fiz alongamento!

Um processo demorado, mas que vale super a pena quando realizado por um bom profissional.

Quanto aos cuidados: posso trocar de esmaltes em casa e até fazer os swatches normalmente, desde que eu use removedor sem acetona.

O que faz dar fungos ou enfraquecer  algumas unhas é o fato da pessoa não fazer a manutenção no tempo correto. O ideal é a cada 15 dias e no máximo 20, pois caso alguma parte comece a descolar ou soltar, a manicure logo arruma e não corre risco de dar infiltração ou entrar bactérias por onde descolou. Esse é o erro que as “alongadas” mais cometem e pode causar danos severos nas unhas.

Outra coisa importante: não tente retirar o alongamento sozinha, em sua casa. Vá ate a manicure retirar, assim ela remove o alongamento sem estragar as unhas debaixo.

Fazendo tudo certinho e cuidando, você sempre terá unhas lindas!

Agora a parte que mais amei, além de ter as unhas compridas e num formato lindo: o esmalte dura muito e não descasca. Qualquer cor que você passa, fica com um brilho maravilhoso até você decidir trocar de cor novamente!

Antes eu esmaltava, mas era fazer os afazeres do lar (faxina, louça, lavar banheiros, roupa…) que já descascava. Fiz tudo isso com as unhas esmaltadas após o alongamento e não descascou, nem o brilho sumiu. Depois de uma semana com o esmalte intacto, só tirei porque queria trocar a cor.

Nessa foto abaixo, esmaltei em casa logo após o alongamento, nem passei extra brilho.

Os esmaltes usados foram: Babados e Bolinhas da Risqué + Glitter Phoenix e 904 da Hits Speciallita.

Quando eu postei meu “Antes x Depois” no insta, a foto bombou de meninas comentando que foi o alongamento mais natural que elas tinha visto. E confesso que achei que ficou ainda mais bonito do que eu imaginava.

Estou feliz demais com o resultado e será bem difícil viver sem esse alongamento, quero isso pra sempre na minha vida rsrs.

Quanto aos valores, varia de acordo com o profissional, cidade que mora… Mas gira em torno de R$180 a R$250,00 e os valores das manutenções dependem de cada profissional.

O que acharam? Gostaram do resultado?

Agora vocês terão swatches muito mais lindos por aqui!

Espero que tenham gostado do post.

Beijinhos!

Swatch Coleção Novos Escuros da Risqué

Oi amores, tudo bem com vocês?

Recentemente recebi da Risqué a coleção Novos Escuros. Ela conta com 5 cores feitas para você sair lacrando por aí. São três com acabamento cremoso e duas de acabamento metálico. Os tons estão lindos demais.

Essas cores vão se juntar as outras da linha regular da marca, ou seja, chegaram pra ficar! Eu amo esmalte escuro nas unhas, acho chique, sabe? Então nem preciso dizer que babei nessa colê, né?!

Os esmaltes da Risqué são todos hipoalergênicos, livres de substâncias que podem causar alergia.

Vamos aos swatches?

De Salto no Asfalto: Um cinza bem escuro, quase preto, com mini partículas de brilho que ficam um charme nas unhas.

Me Solta que vou dar Show: Azul metálico escuro, também diria que chega quase a ser um preto, mas o reflexo azulado o torna bem diferentão. Coisa mais linda, meu preferido dessa coleção.

Chamei o Zeca pra sair: Cinza com fundo lilás. Essa cor foi lançada em 2015, na coleção “Homens que Amamos”, levava o nome de “O Zeca me chamou para sair”. Usei demais essa cor e agora ela voltou como “Chamei o Zeca pra sair”.

Rainha da Pista Toda: Um roxo bem escuro, maravilhoso demais!

Hoje Só Volto Amanhã: Aquele vermelho bem vibrante que nós amamos.

Essas são as cores da coleção “Novos Escuros Risqué”. Meu preferido como já mencionei acima, foi o “Me solta que vou dar Show”. E o de vocês?

Esses esmaltes já estão à venda em perfumarias e lojas online, e custam em torno de R$4.

Espero que tenham gostado do lançamento de hoje!

Beijinhos e até o próximo post.

Grandes Nomes do Mundo da Beleza: Charles Revson

Olá, meus amores! Como vocês estão?

Eu estava morrendo de saudades de escrever o Grandes Nomes do Mundo da Beleza. E nesta semana eu volto com uma sugestão de vocês! Vamos falar sobre Charles Revson, o criador da Revlon.

Charles Haskell Revson nasceu em 11 de outubro de 1906, em Somerville, Massachusetts. Seus pais, Samuel Revson e Jeanette Weiss Revson, eram descendentes de judeus europeus que haviam imigrado para o Canadá, e depois para os Estados Unidos.

O pai de Revson trabalhava como enrolador de cigarros; já a mãe era uma vendedora. Porém, nos anos 20 a mãe de Charles faleceu jovem, em decorrência de uma pneumonia.

Apesar de participar das atividades do colegial, como teatro e clube de debate, Charles era um garoto muito tímido, que sempre andava ao lado de seu irmão mais velho, Joseph. Ele chegou a receber o apelido pejorativo de pintinho, por conta de seu baixo peso na época.

O jovem Charles mudou-se para a casa dos avós maternos, que o influenciaram a ser workaholic, perfeccionista e ter um excelente senso estético. Contudo, Charles preferia não ter associação com a família, para que ninguém justificasse sua carreira com base no sucesso de outros familiares

Os pais de Revson queriam que ele se tornasse um advogado, porém Charles tinha se mudado para Nova York para trabalhar na Pickwick Dress Company, loja de roupas de um primo seu. Isso decepcionou os pais do jovem americano.

Charles se destacou tanto no emprego, que foi promovido para selecionar os tecidos que seriam comercializados. Revson descobriu ali seu amor por cores, texturas e arte.

Apesar do excelente desempenho, Charles foi demitido em 1930 porque ele tinha feito um enorme estoque de uma estampa que ele amava.

Ele se mudou com a família para Manhattan e passou da trabalhar na Elka Company, como vendedor de esmaltes. Logo o irmão Joseph passou a atuar na mesma empresa.

Os irmãos conseguiram se destacar na Elka e pediram para expandirem as vendas além da cidade de Nova York. A empresa negou a proposta, e os Revson decidiram fundar sua própria marca de esmaltes.

Em 01 de março de 1932, Charles e Joseph Revson fundaram a Revlon Nail Enamel Corporation, em parceria com químico Charles Lanchman. A letra L da Revlon representa o sobrenome do último.

A Revlon foi fundada durante a Grande Depressão, e os três tinham apenas US$ 300 de capital inicial. E no começo eles tiveram que pedir empréstimo a um agiota para conseguir começar o negócio.

O primeiro produto lançado pelo trio foi o esmalte que conhecemos nos dias de hoje, criado à base de pigmentos. Até aquela época, esse tipo de item era confeccionado à base de corantes. A descoberta garantiu que a Revlon possuísse uma variedade maior de tons e esmaltes com brilho intenso.

A partir desse lançamento, as mulheres passaram a esmaltar as unhas de maneira diferente. Até aquela época, era comum não se pintar toda a extensão das unhas, porque os esmaltes não tinham muita durabilidade.

Antes da Revlon, os esmaltes disponíveis eram bem escassos. Existiam poucas cores claras e três tonalidades de vermelho. Com o uso de pigmento ao invés de corante, tudo isso mudou.

Como eles não tinham dinheiro para publicidade, Charles teve a ideia de apresentar os esmaltes da Revlon nos salões de beleza de Nova York. No período em que trabalhou na Elka, o empresário aprendeu sobre os tipos de esmaltes que mais vendiam, as cores que eram mais queridinhas por parte do público.

Munido desses conhecimentos e de um talento natural para o marketing, Charles esmaltava as próprias unhas para demonstrar a qualidade dos esmaltes da Revlon. Ele também aplicava as cores nas unhas das clientes.

Essa tática se mostrou eficiente, pois a Revlon conseguiu crescer de forma meteórica durante toda a Grande Depressão.

Ainda na década de 1930 o sucesso da Revlon era tão grande que a empresa expandiu as vendas para lojas de departamentos e drogarias. Em 1937 os irmãos Revson já faturavam mais de US$ 1 milhão por ano.

Já em 1939, Charles teve a ideia de lançar uma coleção de batons com as mesmas tonalidades do portfolio de esmaltes. Assim nasceu a tendência de combinar a cor do batom com a unha.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Revlon se focou em produzir os kits de primeiros socorros e os cosméticos utilizados na camuflagem das tropas.

As tintas criadas pela empresa tinham uma qualidade ímpar, pois não derretiam sob o sol, e eram resistentes ao suor e chuva. A Revlon foi premiada com uma medalha de excelência pelo governo americano ao final do conflito, por conta dos serviços prestados.

Quando a guerra chegou ao fim, a Revlon voltou a focar na indústria de beleza. Na década de 1940 a empresa já era uma das cinco maiores do ramo, nos Estados Unidos.

Foi nesse período que a Revlon começou a trabalhar ao lado do mundo da moda, lançando coleções inspiradas no universo fashion.

A partir dos anos 1950, Charles começou a nomear os produtos com nomes exóticos, como Fire and Ice (Fogo e Gelo), Moon Drops (Gotas da Lua) e Plum Lightning (Relâmpago Roxo), Fatal Apple (Maçã Fatal) e Kissing Pink (Beijando Rosa). Essa prática influencia a indústria da beleza até os dias de hoje, e garantiu ainda mais sucesso à Revlon.

Na mesma época, Charles começou a veicular comerciais da Revlon na televisão. Essa postura fez com a que a marca começasse a se internacionalizar.

Já em 1960, a empresa já tinha se expandido para outros países como Itália, França, México, Argentina e Japão. E foi a partir desse período que a marca passou a criar linhas premium, para jovens e hipoalergênicas.

Charles Revson é considerado um gênio do marketing. Ele investiu em campanhas de make com imagens sexy, que ofenderam as pessoas nos anos 50, mas que foram bem aceitas nos anos 60 e 70, durante a revolução sexual dos EUA.

Ele vendeu o lifestyle e padrão de beleza americano ao redor do globo e lançou campanhas com modelos do mundo fashion. Foi a Revlon a primeira marca a estampar uma modelo negra em uma campanha de make, nos anos 70.

E o empresário não quebrou paradigmas só na publicidade, como na sociedade. Ele criou a primeira linha de maquiagem focada em pessoas negras. A estrela que estampou a campanha de lançamento dessa coleção foi a Iman.

Apesar disso tudo, Revson era considerado um chefe difícil de se trabalhar. Extremamente perfeccionista, objetivo, rígido e tempestuoso, assim é descrito Charles por muitos. E seus funcionários tinham medo de despertar a ira no empresário.

Sendo o seu perfeccionismo uma das características mais marcantes, Revson criou um dos primeiros padrões de qualidade do mundo, quando esse conceito ainda nem era levado à sério pela indústria.

Apesar da personalidade complicada e dura, o empresário se empenhou em causas sociais. Em 1956, Charles criou a Fundação Charles H. Revson, que construiu escolas e hospitais para as judeus. Antes de falecer, o empresário decidiu doar metade de sua fortuna para a instituição.

E os biógrafos de Revson contam que ele praticava caridades de forma imprevisível. Certa vez ele deu US$ 1000 ao irmão de uma das manicures da empresa. O homem tinha acabado de fugir de Cuba e foi pego de surpresa pela generosidade do empresário.

Charles Revson casou-se três vezes e não era considerado um marido presente. Ele era mulherengo e sua segunda esposa chegou a se separar por conta das traições.

Também é sabido que o empresário amava um estilo de vida extremamente luxuoso, chegando a gastar US$ 5000 por dia. No fim dos anos 60 ele comprou o iate Ultima II, que tinha o tamanho de um quarteirão de Nova York. Só para encher o tanque era necessário gastar US$ 20 mil.

O empresário faleceu em 24 de agosto de 1975, em decorrência de um câncer de pâncreas. Quase 1000 pessoas compareceram ao funeral de Revson.

Charles Revson revolucionou o mercado da beleza ao criar o esmalte como o conhecemos e ao investir em propagandas ousadas. Ele uniu o mundo da beleza com o da moda, e usou modelos para estampar suas campanhas. Além disso, Charles tinha uma mentalidade inclusiva, ao criar cosméticos para todos os bolsos e pensar em make para negros.

Revson é um exemplo de perfeccionismo e marketing tanto para a indústria da beleza como para o mercado.

É possível saber mais sobre a história de Charles Revson através do livro Fire and Ice : The Story of Charles Revson, the Man Who Built the Revlon Empire. Ele está disponível na Amazon.

Vocês gostaram desse capítulo? Qual a próxima personalidade que vocês querem que apareça por aqui?